Em artigo no jornal americano The New York Times, os autores do livro Amazon, Brian Kelly e Mark London, dizem que a Floresta Amazônica tem potencial para ser a próxima fonte de alimentos do mundo.
Os autores defendem que até 70% do território deve permanecer intocado para preservar o solo e a biodiversidade.
De acordo com Kelly e London, o restante pode ser usado para plantações de soja, algodão, milho e arroz, além da criação de gado – tudo isso desde que os cultivos sejam feitos de maneira apropriada.
Mas a notícia que ganhou maior destaque nos principais jornais internacionais desta quinta-feira foi a de que boa parte da população da América Latina está decepcionada com a democracia.
A informação, publicada no espanhol El País, no britânico Financial Times e no americano Los Angeles Times, entre outros, baseia-se em relatório apresentado na quarta-feira no Peru pelo Programa da ONU para o Desenvolvimento.
A entidade entrevistou mais de 18 mil pessoas em todos os países latino-americanos, com exceção de Cuba – 50% delas disseram que apoiariam um governo autoritário se isso resolvesse seus problemas financeiros.
A mesma quantidade de pessoas acredita que o desenvolvimento econômico é mais importante que a democracia.
Tecnologia e arte brasileira
Na Grã-Bretanha, o jornal econômico Financial Times destaca a notícia de que ministérios brasileiros e outros órgãos governamentais estão adotando servidores de internet e sistemas operacionais numa tentativa de cortar custos e de dar um grito de independência em relação a grandes multinacionais da informática, como a Microsoft.
O Financial Times entrevistou Sergio Amadeu da Silveira, presidente do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação, o ITI. Amadeu disse que a iniciativa do governo deve incentivar a indústria da informática nacional.
Por fim, o mesmo The New York Times publica um perfil do escultor pernambucano Francisco Brennand.
O jornalista Larry Rohter foi até Recife para visitar o museu que o artista acaba de inaugurar na cidade, a Accademia, onde Brennand exibe mais de 300 pinturas, além dos já conhecidos azulejos e esculturas.
A reportagem descreve o brasileiro como um artista controverso, iconoclasta e empenhado em manter a sua imagem excêntrica.
Fonte: http://br.news.yahoo.com/060320/11/12xhp.html